Uma história de evolução

Por que Parede de Concreto?

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Histórico

O Sistema Parede de Concreto moldada no local foi homologado na ABNT, através da Norma NBR 16.055:2012 no mês de maio de 2012. Em um esforço e contribuição de vários agentes envolvidos neste processo, sua normatização foi um avanço importante para a utilização do referido sistema no segmento das edificações.

 

A publicação desta norma coincidiu com o início das atividades do programa Minha Casa Minha Vida, o que certamente ajudou na rápida implantação do sistema.

 

Neste primeiro momento, observamos sua utilização nas tipologias Térrea (casas isoladas e geminadas) e prédios baixos (Térreo + 3/4) e sobrados.

 

Vantagens do sistema

Durante o período entre 2012 e 2015 foram construídas mais de 700.000 unidades em Parede de Concreto, nos diversos segmentos de mercado, em todos as regiões do Brasil e por várias construtoras, com perfis e características diferentes. Um número muito expressivo para um tempo tão curto de operação.

 

Pudemos constatar as principais vantagens do sistema:

  • Velocidade – Ciclos de execução reduzidos
  • Redução de prazos – Prazos de construção reduzidos em até 40%
  • Etapas construtivas – Eliminação de etapas no processo: vedação, chapisco, revestimentos interno e externo, instalações
  • Retrabalho/Terminalidade – Drástica redução
  • Mão de obra direta – Otimização das equipes de produção
  • Mão de obra indireta – Redução considerável durante a execução
  • Materiais – Disponibilidade de materiais e serviços voltados exclusivamente ao sistema

 

Todas estas variáveis convergem para a maior competitividade e garantia dos resultados dos negócios que fizeram a opção pelo sistema construtivo Parede de Concreto.

 

Cenário atual

Verificamos a utilização do sistema em diversas tipologias: Casas térreas isoladas, casas geminadas, sobrados, Térreo +3, Térreo + 6/7 e edifícios com mais de 12 pavimentos, demonstrando sua versatilidade para diferentes nichos de mercado.

 

Arquitetos, projetistas de estrutura e de instalações se especializando e otimizando cada vez mais os projetos, adquirindo confiança e certeza de bons resultados ao se adotar esta opção.

 

A cadeia de fornecedores, com o papel importante de desenvolver materiais e sistemas que “conversem” de forma inteligente com o sistema principal, fortalecem ainda mais a solução.

 

Vários paradigmas quebrados: utilização de concreto autoadensável, fôrmas de alumínio com alto índice de reutilizações, pex nas instalações hidráulicas, utilização de chicotes elétricos já na etapa de concretagem, caixilhos de alumínio, revestimentos de base acrílica e de cimento de baixa espessura, portas de madeira assentadas de forma rápida e simples (porta pronta) etc.

 

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O que vem por aí

Cada vez mais, o foco, por parte das construtoras, na gestão do processo.

 

A industrialização do sistema, mesmo que de forma parcial, recomenda mudanças.

 

Mudanças nos processos de suprimento, mudanças na condução do fluxo de caixa da empresa (recurso certo na hora certa), mudança dos profissionais responsáveis pelo negócio (controle e agilidade nas correções).

 

Observamos ainda o início de utilização do sistema em prédios altos (acima de 15 pavimentos) no mercado privado de incorporação, também em várias regiões e por construtoras também com perfis diferentes.

 

As vantagens do sistema, aqui destacadas, aliadas ao momento da construção, permitem buscar cada vez mais soluções que garantam prazos e lucratividade. Riscos e surpresas não convivem com o momento atual.

 

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A prática e o uso do sistema ao longo destes anos permitiram ajustes em busca de sua maior eficiência.

 

A integração dos agentes e a melhor gestão do processo ao longo da obra consolidam cada vez mais a decisão e confiança na utilização do sistema.

 

Engenheiro Ary Fonseca Jr. Signo Engenharia de Processo